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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Trio brasileiro


Passando por Pedreira (SP), minha nora Adriana encontrou estas xícaras. Comprou para mim estas três com o nome dos meus netos. Nem preciso dizer que eu adorei, não é?
Xícaras de café em porcelana branca, sem marca, fabricadas em Pedreira, SP.

Fevereiro de 2016


Hoje, primeiro dia do segundo mês do ano, é aniversário do meu marido. Parabéns, Ernani!  78 anos e ainda jogando seu futebolzinho aos sábados. Deus o abençoe.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Delícia



Oi, pessoal, no meu aniversário podem mandar fazer um bolo como este. Não é lindo?  kkkkkk

Joseph Lorusso (1)

Pesquisando na net encontrei o pintor JOSEPH LORUSSO, nascido em  Chicago, Illinois, em 1966. Desde muito jovem  ele tem exposto suas obras e realizado numerosas exposições.  Uma coisa que me chamou a atenção é o grande número de quadros que tem ambientações com xícaras. Vou postar aqui alguns deles e, oportunamente, coloco mais.

 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Xícara brasileira


Xícara de café. sem marca. Porcelana branca decalcada com logotipo em preto do Hotel e Motel Rancho Silvestre de Embu das Artes, São Paulo. Frisos preto e dourado. Coleção Dina Faria.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O ritual do café

Estampa-se o sol em delicados raios
Sobre o mármore branco e liso da cozinha.


Suavemente me debruço e uma porta abro,
Recolho a chávena fina e o florido prato.

Ergo o meu braço e num voo livre,
No gesto de um armário desvendar,
Recolho o nobre pó de inebriante aroma.

Alongo a mão que a gaveta encontra,
E dela escolho, enfim, a colher mais bela,
Brilhante, pequena, com terno recorte.

Tudo coloco em ordem e harmonia:
O prato tranquilo e a expectante chávena.
Nesta, o torrado grão moído, de castanho intenso.

No açúcar rico, centro o meu cuidado,
A montanha branca transportando, pura,
Em bojuda prata que doce se inclina.
E luzem cristais em cascata linda!

Depois, a água borbulhante, quente,
A mistura inunda, dissolvendo-a
Em espirais de espuma que a colher adorna.

Café! Café! Precioso encanto!

Em dégagé devant te cumprimento,
Os meus braços lanço em acolhimento grato.


Da janela aberta me acerco então.

Tão bela é a vista que o Outono pinta no jardim!
Castanho da terra e verde das plantas unem-se
À água que brilha em bebedouro antigo.

Aspiro, feliz, da manhã tranquila, o seu odor
A quente café e à relva orvalhada.
Olho o céu e sorvo um gole, outro e outro.

E assim me quedo, por instantes longos.
Entre o prazer forte do café e a doçura da manhã
Mais um dia de vida se inicia!

Ilona Bastos. Lisboa, 24-10-2004

 
 
Adorei este marcador de páginas que encontrei na net. Fiz um para mim.