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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Filme: Way Down East


Título do filme: Way Down East
País: USA
Ano: 1920
Diretor: D.W. Griffith
Característica: Filme em preto e banco, cinema mudo
Atores principais: Lillian Gish e Richard Barthelmess.

Drama romântico do cinema mudo, esta foi uma das 4 adaptações de um drama do século 19 do mesmo título.  Antes desta foram feitas mais duas  versões de cinema mudo e depois, em 1935, foi filmada uma versão sonora tendo como ator principal Henry Fonda. 
Na foto, a atriz Lillian Gish.

Xícara brasileira

 
Xícara de café da Porcelana Mauá. Porcelana branca. Frisos, pés, asa, fundo da xícara e centro do pires em dourado. Interior da xícara e pires (quadrado)  com barrado cor de rosa, finalizado com desenhos de rosas contornado por arabescos dourados. Coleção Dina Faria.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Outra xicrinha brasileira


Mini-xícara de café, sem marca. Um pouquinho maior que aquela com o mesmo motivo (marreco) que postei anteriormente. Porcelana branca, a xícara mede 4,3cm x 4,5cm e o pires: 8,7cm de diâmetro.
Este cartaz contém um pensamento da famosa escritora de novelas e peças teatrais norte-americana, Jean Kerr (1923-2003).
Seus trabalhos, cheios de humor, descrevem a vida  no subúrbio, casamento, filhos. O mais conhecido  é a novela "Don't eat the daisies", que se tornou uma deliciosa comédia (filme intitulado "Já fomos tão felizes", em português, com Doris Day e David Niven)  e uma série de televisão.

Tradução: Você sabe o quanto se sente impotente se tiver uma xícara cheia de café na mão e começa a espirrar?

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Uma xicrinha brasileira e uma história


Mini-xícara de café de porcelana branca, estampada com marreco, sem marca. A xícara mede  4cm x 4cm e o pires tem 8,7cm de diâmetro. Adornada com  friso verde.

A postagem desta xícara aqui tem um motivo especial. Quero colocar junto dela uma postagem feita por minha amiga mineira, Jussara Neves Rezende em seu blog Minas de Mim (http://minasdemim.blogspot.com), em 22 de agosto de 2013, com uma inspirada explicação. Vocês verão que a minha "xicrinha" é irmã das dela.
 

 

“Quando minha bela Ângela ainda era este bebê risonho da foto menor (abaixo), fiz-lhe uns versos após uma gostosa brincadeira de casinha. Nunca mais os retomei e agora os publico na esperança de que a ingenuidade alegre que os fez nascer compense a falta de maiores recursos técnicos que o ritmo mal e mal marcado.

 A verdade é que sempre que minha filha retorna à cidade em que estuda fico a imaginar maneiras de matar a saudade que passa a  fazer ciranda pela casa. Calharam-me hoje os versos como forma de a reter aqui.”

 

As xícaras miniaturas junto de uma xícara de café em tamanho normal. Toalhinha de bandeja (usada como toalha de mesa) e aparador de xícara bordados por mim.
 
 
Parede de um pequeno hall em que “moram” os patos
 

Nesta pequena estante, xícaras de café em tamanho normal

 

No armário, a pequenina coleção."

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Kaffee, coffee, kavo, kahwa ...




Encontrei este desenho em um post de Luiz Guilherme de Beaupaire (janeiro de 2013) intitulado "Café, livros e boas notícias", no blog "Bons livros para ler".
É um blog interessante e sempre dou uma olhada e leio as resenhas que ele coloca ali.
Adorei a figura e resolvi postar aqui, entretanto não consegui descobrir o nome do desenhista. Será o próprio Luiz Guilherme? Não sei ... se alguém souber me avise, por favor.

Sobre pratos e xícaras

   É interessante, ao acordarmos e nos posicionarmos à mesa para tomar o café da manhã, a disposição das louças. Colocamos sempre a quantidade exata para o número de pessoas que irão deliciar-se com o dejejum.
  Engraçado como temos alguma coisa a ver com simples objetos, seres inanimados, irracionais. Dispor xícaras e pratos à mesa, equivalentes à quantidade de membros da família, é como se nós estivéssemos numa escala proporcional às louças, como se a presença de um, dependesse da existência do outro.
  Pensando bem, o tempo de vida útil de pratos e xícaras, assim como o dos copos e talheres depende sim da presença de um habitante do lar.
  Lembro-me bem da manhã seguinte ao casamento do meu irmão mais velho. Minha mãe, como sempre, de pé, muito cedo, preparando as delícias matinais. Seis lugares a postos. Isso indicava que seis pessoas sentariam ali, seis xícaras seriam usadas, num café da manhã regado a muitas conversas, umas boas, outras que soavam como puxões de orelha, mas que seriam as nossas conversas. Coitada de minha mãe! Ela ainda não havia se acostumado com apenas cinco pessoas. Ainda não havia internalizado que o grupo familiar havia diminuído, que meu irmão deixou de ser família para virar parente que nos visitaria somente nos finais de semana, isso quando não fosse arrastado para a casa da sogra. Nesse dia, sorrimos.
   Passado algum tempo, algo fez com que minha mãe não tivesse vontade de preparar nosso café da manhã. Não sei nem se ela conseguiu dormir na noite anterior.
   Fui à cozinha, e, com os olhos marejados, preparei o café e dispus as louças. Eu já estava acostumada a ver só cinco xícaras na mesa. Mas nesse dia, com um aperto no coração, coloquei somente quatro.
   Depois de muita insistência minha e de meus irmãos mais novos, minha mãe saiu do quarto para tomar café. Ela não conseguiu quebrar o jejum. Faltava uma xícara. Faltava alguém. Alguém que não iria nos visitar nos fins de semana para colocarmos uma louça a mais na mesa. Faltava o meu pai.
   Desde aquele dia, sentamo-nos à mesa, mas há um vazio. As conversas? Talvez elas voltem. A xícara? Talvez também seja colocada, talvez quebre, mas com a certeza de que poderá ser substituída. Mas, meu pai, insubstituível, esse deixará um vazio, que nunca poderá ser preenchido.
 
Priscilla Robertha de Andrade, 2011 - em memória de Francisco Luís da Silva.

Xícaras inglesas

 
Xícara de chá da marca Woods & Sons, intitulada “English Scenery”. Porcelana branca. Estampada em tons de rosa com cenas rurais inglesas. Friso rosa forte. Como já disse, sou apaixonada por esta porcelana rosa.
 
 
A xícara de café (já postada) e esta de chá formam um maravilhoso duo.
 
 
O que dizer deste trio? Nada ... só apreciar.